quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Verdadeira Páscoa.

 

Hoje vou aproveitar um texto que encontrei nas minhas pesquisas sobre tudo que seja verdade em relação a Palavra de Deus, apesar do autor não ter se identificado Deus sabe o por que. Posso dizer que o mesmo foi escrito por uma pessoa que realmente tem apreço a verdadeira palavra.

Quero também convidar todos que costumam acompanhar este blog, para que busque examinar com o coração e a mente despida de toda esta roupagem comercial na qual foi transformada a Pascoa do Senhor.

Mas que examinem a Luz da Palavra de Deus, pois lá não encontrarão Coelhos, Chocolate, Peixe, Bacalhau, Feriadão como ordenança de Jesus para recordamos o seu sacrifício na Cruz que é o verdadeiro sentido da Páscoa – O último Cordeiro.

"Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós." I Coríntios 5:7

Só existe uma Páscoa para os que vivem o Evangelho de Jesus qualquer outra não os livrará da passagem do destruidor. Diversas passagens ensinam e orientam o que vem a ser a Pascoa por isso rejeito esta Páscoa de Mentira.

"Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse." Hebreus 11:28 -

"Chamou, pois Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para vossas famílias, e sacrificai a páscoa." Êxodo 12:21.

"Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao SENHOR, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou." (Êxodo 12:27)

"O rei deu ordem a todo o povo, dizendo: Celebrai a páscoa ao SENHOR vosso Deus, como está escrito no livro da aliança." II Reis 23:21. E o Rei Josias restabeleceu ao povo de Deus o verdadeiro sentido da Pascoa.

A PÁSCOA
"Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito[e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós "
I Pedro 1:18 ao 20

O comércio voraz, faminto de dinheiro, trocou o cordeiro pelo coelho. Aliás, um coelho muito versátil, quase milagroso, que põe ovos de chocolate de todos os tamanhos e para todos os gostos. Para o consumismo insaciável, a essência da páscoa não tem a menor importância. O que importa é vender, vender muito, ainda que na mente das pessoas a verdade seja sacrificada, e o cordeiro fique esquecido. Para uma sociedade materialista, secularizada e consumista cujo deus é o ventre, o importante é empanturrar o estômago de chocolate, ainda que se sacrifique no altar do comércio esfaimado, a essência da verdade.
Preocupante é o fato de fazermos parte desta cultura sem nenhuma reação inconformada. Fazemos como Eli, banqueteando com as gorduras tiradas pecaminosamente do altar, sendo coniventes com os pecados de uma geração que se recusa a dar ouvidos à verdade de Deus. Nossos filhos são levados a assimilar mais o coelho, ou melhor, o chocolate, do que o cordeiro que foi morto por nós. Veem mais o retrato das lojas agressivamente decoradas do que a história eloquente da libertação do povo de Deus. Precisamos investir mais tempo ensinando aos nossos filhos sobre a Páscoa.
Esta é uma história central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica que o povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue havia sido aplicado sobre as vergas das portas. Esta é a história épica da libertação do povo de Deus do cativeiro, com mão forte e poderosa.
A Bíblia fala que Jesus é o nosso cordeiro pascal. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus. Foi ele quem foi imolado na cruz por nós. Ele sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniquidade de todos nós. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele se fez maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. Ele morreu exangue na cruz, adquirindo para nós eterna redenção. Esta é a história da nossa alforria. É a história da nossa libertação do cativeiro. É a história da nossa eterna salvação. Não podemos deixar que ela fosse distorcida e diluída em chocolate. Não podemos permitir que o maior de todos os sacrifícios, vividos na hora mais amarga do Filho de Deus, bebendo sozinho o cálice da ira divina, seja reduzido a um festival de gastronomia.
O coelho é um intruso que nada tem a ver com a festa da páscoa. Esta festa é a festa do cordeiro, do Cordeiro de Deus. Ele sim deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade. Que a nossa família possa estar reunida não em torno do ovo de chocolate, mas em torno de Jesus, o Cordeiro que foi morto, mas vive pelos séculos dos séculos, tendo a certeza que estamos debaixo do abrigo de seu sangue.
Pense nisto: "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós."
Não estamos proibidos de comer chocolate, mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos os alimentos sem fermento, o pão e vinho, em memória da morte do Senhor Jesus.
Estamos assim, a família do Senhor, simbolicamente comendo a carne do cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o mundo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em meu lugar, no seu lugar.
Regozijemos-nos e alegremos na certeza que o anjo da morte não nos alcançará, pois :
"Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" Romanos 8:1.

Publicado em 4/16/2003

Desconhecido
Formatado por Magali Coutinho – Extraído dos arquivos do Site http://www.jesussite.com.br

Que Jesus o autor e consumador de todas as coisas possam perdoar aqueles que afrontam as suas sagradas ordenanças.

Amém.

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